Força Sindical reúne lideranças para preparar II Conferência do Trabalho
A Força Sindical realizou, na manhã desta segunda-feira (28), uma reunião virtual com presidentes e secretários-gerais das estaduais, por meio da plataforma Zoom.
Com esse encontro, a Central deu início à organização dos próximos passos rumo à II Conferência Nacional do Trabalho, marcada para março de 2026 e coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Movimento sindical reafirma unidade e defesa da negociação coletiva
Durante a reunião, os dirigentes sindicais enfatizaram a necessidade de fortalecer a unidade do movimento diante dos desafios impostos à classe trabalhadora no cenário atual. Além disso, defenderam com firmeza a valorização das negociações coletivas e a garantia de direitos, especialmente frente às constantes transformações nas relações de trabalho.

A Força Sindical São Paulo participou ativamente do encontro, representada pelo secretário-geral da estadual, Carlos Augusto (Carlão), e pelo vice-presidente Adriano Lateri.
Carlão avaliou a conferência como uma oportunidade decisiva para o movimento sindical influenciar os rumos das relações de trabalho no Brasil.
“É fundamental que nossas propostas tenham unidade e amplitude nacional para garantir avanços concretos para toda a classe trabalhadora”, ressaltou.
Na sequência, Adriano Lateri reforçou a importância de mobilizar todas as regiões e fortalecer a atuação sindical de forma articulada.
“Esse é o momento de ampliar o diálogo com os trabalhadores de todas as regiões e fortalecer a construção coletiva. A II Conferência precisa refletir os reais anseios da classe trabalhadora brasileira. Vamos trabalhar para apresentar propostas consistentes que respondam aos desafios atuais e valorizem a negociação coletiva como instrumento de justiça social”, afirmou.
Dirigentes nacionais apontam papel estratégico do evento
Ao longo da reunião, lideranças da Força de diferentes estados, presentes de forma presencial e on-line, apresentaram propostas e discutiram estratégias para fortalecer a pauta trabalhista na conferência.
O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, destacou a relevância do processo preparatório:
“Será um momento de unirmos forças e avançarmos nas pautas.”
De acordo com ele, a conferência será estratégica para enfrentar os ataques aos direitos dos trabalhadores e ampliar as políticas de valorização do trabalho.
O secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna, também pontuou que o evento será tripartite e dará visibilidade às lutas históricas do movimento sindical. Conforme explicou, os estados terão papel central na mobilização, por meio de etapas preparatórias com ampla participação das bases.
Conferência deve impulsionar propostas e conquistas
Por fim, o vice-presidente da central, Sérgio Luiz Leite, o Serginho, lembrou que o momento é propício para colocar as negociações coletivas no centro do debate nacional. Em complemento, Geraldino Santos, secretário de Relações Sindicais, afirmou que a conferência se consolidará como um espaço essencial para debater e avançar nas demandas históricas da classe trabalhadora.
Leia o Regimento Interno da II Conferência Nacional do Trabalho

