Lideranças estaduais se mobilizam para II Conferência do Trabalho

Presidentes e secretários estaduais das centrais sindicais se reuniram online, nesta terça-feira (29), com o objetivo de organizar a participação na II Conferência do Trabalho, prevista para março de 2026.

Com forte presença das lideranças estaduais, a reunião reforçou o compromisso coletivo das centrais com a construção de uma proposta unitária, nacional e sólida em defesa dos direitos trabalhistas.

Assim, o foco do encontro foi alinhar estratégias de mobilização nos estados, onde ocorrerão as etapas preparatórias da conferência.

Pela Força Sindical de São Paulo, participaram o secretário-geral estadual, Carlos Augusto (Carlão), e o vice-presidente Adriano Lateri. Ambos destacaram a importância de ampliar a articulação com as bases.

Além de Carlão e Adriano, também participaram dirigentes nacionais da Força Sindical, como João Carlos Gonçalves, o Juruna (secretário-geral); Geraldino dos Santos Silva (secretário de Relações Sindicais); e Valclécia Trindade (diretora).

Na avaliação de Carlão, a II Conferência representa um momento estratégico para o futuro das relações de trabalho no país.

“A Conferência é uma oportunidade decisiva para o movimento sindical influenciar os rumos das relações de trabalho no Brasil. Portanto, precisamos construir propostas com unidade e alcance nacional, capazes de garantir avanços reais para toda a classe trabalhadora”, afirmou.

Em seguida, Adriano reforçou a necessidade de articulação permanente entre as estaduais das centrais sindicais.

“Este é o momento de fortalecer o diálogo com os trabalhadores em todas as regiões do país. A II Conferência deve refletir os reais anseios da classe trabalhadora brasileira. Por isso, vamos trabalhar coletivamente para apresentar propostas consistentes que enfrentem os desafios atuais e valorizem a negociação coletiva como instrumento de justiça social”, completou.

Durante o encontro, os dirigentes ressaltaram que fortalecer a atuação sindical nos estados é essencial. Para eles, o envolvimento das lideranças regionais será decisivo para articular, com efetividade, as pautas prioritárias das categorias nas bases.

Dessa forma, a reunião desta terça-feira reafirmou o protagonismo dos dirigentes estaduais das centrais sindicais na construção da nova agenda trabalhista nacional.

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