A Executiva Nacional da Força Sindical realizou reunião híbrida, nesta quinta-feira, e decidiu por unanimidade prorrogar o mandato da diretoria e adiar o Congresso para julho de 2027.
A convocação ocorreu pelo presidente da Central, Miguel Torres, conforme atribuições estatutárias e nos termos previstos no art. 105 do estatuto social convocou os membros da Executiva Nacional no dia de hoje (20 de fevereiro).
Danilo defendeu a unidade
“Estamos observando o cenário atual e, como estratégia de fortalecer a Força, decidimos prorrogar o mandado da atual diretoria. A ideia é debater nos Estados e definir uma pauta para o Congresso, fortalecendo a central nas ações e organizações”, afirmou Miguel Torres, Presidente da Força Sindical.
De acordo com Miguel, a decisão busca a construção de um Congresso representativo para fortalecer a Central, ampliar debates nos estados e construir uma pauta sólida, garantindo organização, unidade e maior capacidade de enfrentamento sindical.
Durante o encontro, o presidente também criticou a reforma trabalhista do governo de Javier Milei, classificando-a como um desastre para trabalhadores e para o movimento sindical argentino.
O presidente da Força Sindical SP, Danilo Pereira da Silva, destacou a importância da unidade entre as centrais sindicais.
“Nesse momento, a unidade das centrais é muito importante, com pauta e planejamento”.
O secretário-geral João Carlos Gonçalves leu a convocação da reunião e também destacou que o Congresso precisa ocorrer com ampla representatividade, garantindo participação efetiva de todos os setores econômicos e regiões do país.